quarta-feira, 20 de junho de 2012

Existe Subimperialismo na América Latina?

   No dia 05/06 foi realizada na Universidade Federal da Integração Latino America - Unila centro a mesa de debate “Subimperialismo na América Latina” dentro das atividades do primeiro Encontro de Iniciação Científica e de Extensão - Conhecer e Transformar. 

   Com a presença da comunidade acadêmica a mesa foi mediada pela coordenadora do Grupo de Estudos em Teoria da Dependência Profª Drª Luisa de M. e M. Silva tendo a participação dos integrantes do grupo, os acadêmicos Alexandre Andreatta, Alexandre de Oliveira Martins, Bruno Eliézer, Juan Espinoza e dos professores consultores do grupo: Prof. Dr. Nilson Araújo de Souza e Prof. Dr. Fábio Borges. O objetivo da mesa foi iniciar e instigar a comunidade acadêmica a debater sobre existência ou não do Subimperialismo na América Latina, levantada nas discussões do grupo de estudos através dos textos publicados neste blog.




Por: Alexandre Andreatta

sábado, 2 de junho de 2012

40 ANOS DA TEORIA DA DEPENDÊNCIA - Paulo Daniel

Em um artigo clássico, A estrutura da Dependência, publicado em 1970 na revista American Economic Review. Theotonio dos Santos conceitua a dependência como sendo uma situação na qual a economia de certos países é condicionada pelo desenvolvimento e pela expansão de outra economia à qual está subordinada. A relação de interdependência entre duas ou mais economias, e entre estas o comércio internacional, assume a forma de dependência quando alguns países (os dominantes) podem se expandir e serem autosustentáveis, enquanto outros (os dependentes) só podem fazê-lo como um reflexo daquela expansão, o que pode ter um efeito positivo ou negativo sobre seu desenvolvimento imediato. autossustentáveis

Continue lendo através do link: http://www.cartacapital.com.br/economia/40-anos-da-teoria-da-dependencia/ 


Por: Alexandre Andreatta

A ATUALIDADE DA TEORIA DA DEPENDÊNCIA - Entrevista Theotônio dos Santos

Nunca fomos externos ao capitalismo e cumprimos um papel importante na evolução do sistema de comércio atual". A frase é de Teothônio dos Santos, autor da Teoria da Dependência, formulada em meados da década de 60, que vê a expansão da economia capitalista mundial como geradora, simultaneamente, de desenvolvimento e subdesenvolvimento e que rompeu com a visão dominante no pós-guerra, segundo a qual as economias das antigas colônias, subdesenvolvidas, se encontrariam em estágio feudal ou pré-capitalista, necessitando passar por uma revolução industrial para chegarem à "modernidade"

TEORÍA DE LA DEPENDENCIA: 30 AÑOS DESPUES



Vídeo: Teoría de la Dependencia: 30 años despues (1996)
Franz Hinkelammert
Theotonio dos Santos
Héctor Silva Michelena

quarta-feira, 9 de maio de 2012

EL CAPITALISMO DEPENDIENTE LATINOAMERICANO - Vania Bambirra

Resultado de los estudios realizados por el equipo de investigación del Centro de Estudios Socio-Económicos (CESO) de la Universidad de Chile sobre las relaciones de dependencia en América Latina, esta obra de vania Bambirra contribuye al paso de las cuestiones teóricas generales al estudio de las manifestaciones históricas específicas, tomando como núcleo central la acumulación y reproducción dependientes.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A TEORIA DO SUBIMPERIALISMO EM RUY MAURO MARINI: contradições do capitalismo dependente e a questão do padrão de reprodução do capital. A história de uma categoria. MATHIAS SEIBEL LUCE

Esta tese pretende discutir a existência dos fundamentos para uma teoria sobre o subimperialismo, na obra de Ruy Mauro Marini. Expoente da Teoria Marxista da Dependência e autor de importantes trabalhos do pensamento crítico latino-americano como Dialética de la Dependencia e Subdesarrollo y Revolución. Marini estabeleceu o conceito de subimperialismo para explicar o fenômeno emergido nos anos 1960-1970, no contexto da nova divisão internacional do trabalho e da emergência de subcentros econômicos e políticos da acumulação mundial como o Brasil. Tais subcentros passavam a ocupar uma posição intermediária entre centro e periferia, apresentando, porém, peculiaridades que os diferiam da categoria da semiperiferia - embora façam parte de seu universo. Apresentando os resultados da pesquisa em que fizemos uma leitura manente dos escritos de Marini, a tese sustenta que o subimperialismo tem sua origem nas leias próprias da economia dependente, cujos fundamentos são a superexploração do trabalho e a transferência de valor; e é um fenômeno que pode ser apreendido através da combinação de quatro variáveis; grau de monopolização e de operação do capital financeiro na economia dependente, a mobilização de um esquema particular de realização do capital (Estado, mercado externo e consumo suntuário), hegemonia e um subsistema regional de poder, lógica da cooperação antagônica com o imperialismo dominante; sobre essa base, se analisa a expansão subimperialista como modo de contra-restar as contradições do capitalismo dependente restaurando a unidade entre produção e realização do valor.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

LA ACUMULACIÓN CAPITALISTA MUNDIAL Y EL SUBIMPERIALISMO - Ruy Mauro Marini

La segunda guerra mundial correspondió a la culminación de un largo periodo de crisis de la economía capitalista internacional provocada  por el dislocamiento de fuerzas entre las potencias imperialistas y el surgimiento de nuevas tendencias en lo que se refiere a la acumulación de capital, crisis que se manifestó primero a través de la intensificación de la lucha por mercados, que condujo a la primera guerra, y se continuó en la gran depresión de los años treinta. Su resultado más inmediato fue la afirmación de la hegemonía incontrastable de Estados Unidos en el mundo capitalista

Continue lendo através do link: http://www.marini-escritos.unam.mx/pdf/acumulacion.pdf

IMPERIALISMO, DEPENDÊNCIA E ESTADO - Luísa Maria Nunes de Moura e Silva

Neste trabalho pretendemos compreender o caráter e o papel do estado nos países dependentes. O ponto de partida para essa compreensão é o estado capitalista, bem como a forma através do qual os países dependentes se integram no contexto da economia mundial. Com base nessas ideias sustentamos a tese de que a democratização real das sociedades latino americanas, agora e futuramente, depende da conquista da independência econômica, ou seja, da possibilidade de desenvolvimento econômico autônomo das nossas nações.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A TEORIA DA DEPENDÊNCIA: INTERPRETAÇÕES SOBRE O (SUB)DESENVOLVIMENTO NA AMÉRICA LATINA Pedro Henrique Evangelista Duarte, Edílson José Graciolli

O objetivo desse artigo é, a partir da análise de duas das principais correntes da Teoria da Dependência – a corrente weberiana e a corrente marxista – mostrar as diferenças entre tais interpretações, e ao destacar os problemas e limitações da interpretação weberiana, ressaltar os motivos que nos levam a aceitar a análise marxista com a mais apta à compreensão do desenvolvimento capitalista na periferia.

Continue lendo através do link: http://www.unicamp.br/cemarx/anais_v_coloquio_arquivos/arquivos/comunicacoes/gt3/sessao4/Pedro_Duarte.pdf

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Teoria da Dependência, Neoliberalismo e Desenvolvimento: Reflexões para os 30 anos da teoria - Carlos Eduardo Martins, Adrían Sotelo Valencia

Esse artigo busca distinguir a especificidade e evolução intelectual e política da vertente da teoria da dependência desenvolvida por Fernando Henrique Cardoso e Enzo Falleto. Aponta que esses autores teorizam a dependência para aceitá-la. Essa aceitação da dependência, presente em seus escritos dos anos 60, se aprofunda a partir dos anos 70, e dá lugar nos anos 90 à defesa teórica e política do neoliberalismo como forma dos países dependentes se articularem à economia mundial. Finalmente, resgatamos os conceitos básicos da vertente liberadora da teoria da dependência, distorcidos pela matriz de Cardoso e Falleto, para pensar os desafios postos pela globalização ao Estado nacional.

A Teoria da Dependência na América Latina - Luiz Toledo Machado

A rigor, não existe uma teoria da dependência, mas simplesmente a dependência dentro do sistema internacional de relações de força e poder.

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http://www.scielo.br/pdf/ea/v13n35/v13n35a18.pdf